LauraPieri.
Uma história em movimento.
Muito alémde uma nota só.
Geminiana, Laura diz que a vida inteira dela se resume a ser duas coisas opostas ao mesmo tempo: beleza e horror, glamour e luto, intelecto e instinto. A música é onde as duas cabem.
Antes do palco,
a sala de casa.
Cantora, compositora e artista visual radicada em Nova York, Laura cresceu em São Paulo. Os primeiros shows foram na sala de casa, com figurino improvisado e a família de plateia.

Outro lugar.
O mesmo impulso.
Aos dezesseis anos, mudou-se para os Estados Unidos com a mala cheia de planos: estudar, criar e descobrir que artista queria ser. O Brasil foi junto.
Dentro do
desconhecido.
Na NYU Gallatin, estudou o Mal (sim, isso existe) pela filosofia, pela história, pela antropologia e pela história da arte. Tudo isso foi parar nas músicas: pop moldado por mito, literatura e histórias que nem sempre terminam resolvidas.
A descida.
A descoberta.

Dante
Inspirada no Inferno de Dante, a estreia independente fala de ser a arquiteta do próprio castigo e entrar nas chamas que você mesma ajudou a acender. Ela gosta de pensar que Virgílio teria orgulho.
Depois vieram Sail Away e Let Me Ride, de volta às raízes brasileiras, e Alternate Reality e Heartbreaker, no pop de rádio com que ela cresceu. Anos de experimentar até achar a própria voz.
Ouvir as músicasSe desfazer.
Se refazer.
Frankie costura Frankenstein, mito grego e todas as vezes em que disseram a ela que era demais. O EP conceitual saiu em 2024, com um curta-metragem dirigido por Maíra Sarmento, e ficou maior do que ela imaginava.
A história
segue em movimento.
Frankie voltou para a pista: remixes feitos para suar, dançar e gritar junto, e uma música nova, Flown Away.
Ouvir o EP










